Para um enredo que tratava das curas primitivas às recentes conquistas da medicina, nada mais impactante para apresentar “A Imperatriz Adverte: Sambar Faz Bem à Saúde”, assinado pelo carnavalesco Max Lopes: logo após a comissão de frente coreografada por Alex Neoral, o mestre-sala Philipe e a porta-bandeira Rafaela dedicavam o seu bailado a um ritual de magia: ele, o curandeiro; ela a própria magia.
O casal fez uma estréia em alto estilo.
O primeiro setor era sintetizado na imponência do abre-alas, África, o Berço da Cura.
A partir de então, a verde e Branco de Ramos fez uma viagem através de antigas civilizações, mostrando o equilíbrio entre a crença e a cura, milagres que a fé é capaz de fazer em qualquer parte do mundo.
Mais adiante, uma parada na Grécia Antiga, o Templo da Sabedoria.
O quarto setor mostrava a escuridão que a humanidade atravessou durante a Idade Média.
No desfile, porém, muito brilho para a bateria comandada por mestre Marcone e a beleza da rainha Luiza Brunet, a pedra filosofal, o elixir da vida.
Os último setores mostraram a medicina moderna e suas impressionantes conquistas.
A principal delas, talvez, seja os milagres que somente o samba consegue alcançar.
FONTE: LIESA